sábado, 2 de agosto de 2014

Top 10: os filmes que despertam seu lado mais sensível


1. Lado a lado

Uma executiva tenta ganhar o respeito dos dois filhos de seu namorado divorciado, cuja ex-mulher se opõe a presença dela.


2. Preciosa

Brutalmente agredida por seus pais, a adolescente Preciosa tem a chance de mudar sua vida quando se inscreve em uma escola alternativa.


3. Um dia

Após um rápido romance na época de faculdade, Emma e Dexter seguem caminhos diferentes e se encontram todos os anos no mesmo dia para compartilhar suas vidas.


4. A vida é bela

Um garçom judeu-italiano é enviado a um campo de concentração, mas para manter a inocência do filho, finge que seu cativeiro é um jogo elaborado.


5. O curioso caso de Benjamin Button

Conta a história de um homem que nasceu velho e enrugado, mas que ficou mais jovem com o passar dos anos e no meio disso, encontra o amor de sua vida, Daisy, uma bailarina profissional, pelo qual ele se apaixonada loucamente.


6. Sete vidas

Ben Thomas busca uma maneira de redimir suas culpas e descobre que tem o poder de mudar as circunstâncias de sete pessoas que não conhece e merecem uma segunda chance.


7. Inquietos

Filme de Gus Van Sant sobre uma garota com poucos meses de vida se apaixona por um rapaz que gosta de ir a funerais e é amigo do fantasma de um piloto kamikaze.


8. Meu primeiro amor

A sensível história sobre descobrir o amor e sentir as primeiras grandes perdas da vida que marcou toda uma geração.


9. O menino do pijama listrado

O inocente filho do comandante alemão começa uma amizade proibida com um menino judeu do outro lado da cerca de um campo de concentração.


10. O Segredo de brokeback mountain

O amor secreto entre dois caubóis nos anos 1960, que marcará o resto da vida de ambos.

5 filmes que inspiram o estudo

Um sonho possível:
O filme conta a história real de Michael Oher, mais conhecido como Big Mike, um jovem sem casa, negro vindo de um lar destruído, que é acolhido por uma família branca de classe alta, que acredita em seu potencial. Com a ajuda do treinador de futebol americano de sua escola e de sua nova família, Oher terá de superar diversos desafios à sua frente, o que também mudará a vida de todos a sua volta.

A condenação:
Betty Anne (Hilary Swank) e Kenny (Sam Rockwell) são irmãos muito unidos desde a infância. Já adultos, Kenny passa a ser perseguido pela polícia local por já ter ficha suja. Desta forma sempre que há algum crime acontecendo na cidade ele é detido para averiguações, mesmo que não haja o menor indício de sua participação. A situação se complica quando ele é preso ao ser acusado de ter cometido o assassinato de uma jovem. O caso vai a tribunal e, com vários depoimentos contra si, Kenny é condenado à prisão perpétua. Betty Anne sempre acreditou em sua inocência e jamais se conformou com a sentença, buscando meios de recorrer. Sem dinheiro para pagar um advogado de renome, ela decide voltar a estudar para se formar em Direito. O projeto leva anos até ser concluído, de forma que possa assumir ela mesma a defesa do irmão em uma tentativa de recorrer da pena.

O sorriso da monalisa:
Em 1953, o status das estudantes da Universidade Wellesley é ditado pelos seus casamentos, até a chagada de um professor que põe tudo em jogo.


A rede social:
O longa aborda como se deu a criação e a consolidação de uma das organizações mais lucrativas do mundo, o Facebook. Seu criador, Mark Zuckerberg, e os personagens que protagonizam conflitos e vitórias, podem ser boas influências para aqueles que fraquejam e pensam em desistir.


À procura da felicidade:
Esse filme emocionante conta a trajetória de um homem que não desiste da carreira em que já acreditou um dia e mesmo diante de uma série de obstáculos, rejeições e problemas, enfrenta tudo o que passa. Mesmo com seu filho pequeno e sem um lar, ele traça estratégias com inteligência e não perde o foco tentando alcançar seus sonhos.

As 10 dicas mais práticas para ajudar a escrever bem


1. Escreva com total liberdade, porém edite com eficiência ( um tempo depois de ter escrito).

2. Tente responder perguntas que te intrigam ( escrever sobre coisas que te interessam é quase o mesmo que escrever sobre o que você sabe).

3. Crie o personagem primeiro, como ele é, depois a história.

4. Pratique observar pessoas antes de escrever, é um ótimo exercício.

5. Utilize palavras que provoque a emoção do leitor.

6. Saiba equilibrar ficção e realidade ao mesmo tempo. Não escreva algo inteiramente impossível e nem básico demais.

7. Seja específico.

8. Seja guiado pelos seus escritores preferidos, personagens e histórias.

9. Rescreva quantas vezes precisar, isso não é sinal de ser bom ou não, grandes escritores trabalham duro.

10. Comece a história com impacto e escreve para os 5 sentidos.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Resenha literária: O Grande Gatsby de F. Scott Fitzgerald



Sinopse: este livro narra da vida de Nick Carraway, um comerciante que acaba conhecendo Gatsby, seu vizinho milionário, famoso por suas festas extraordinárias que duram dias. Ninguém sabe sobre o passado de Gatsby, a origem de sua fortuna e muitos rumores giram em torno disso, que ele possa ser um assassino ou até mesmo mais rico que Deus. Até que Gatsby reencontra seu antigo amor, Daisy, e prima de Nick, que descobre estar casada. Mas Nick Carraway, ajuda ambos a seguir em frente com o amor impossível em meio ao estonteante universo de Nova York nos anos 20.

Definitivamente, esse é o meu livro preferido. O Grande Gatsby se passa em meio a época em que os Estados Unidos tinha recentemente  vencido a primeira guerra, então a atmosfera era totalmente em clima de festa, futilidade, milionários, a bebida foi tão ingerida que tornou-se produto proibido. É uma época que na minha opinião, que faz o livro totalmente.

Obviamente, a escrita do Fitzgerald fez a leitura não somente muito boa, ótima, mas especial de muitas maneiras diferentes pra mim como leitora. O tempo inteiro eu pensava: "puta merda, como esse cara consegue?" Ele atinge pontos de sensibilidade incríveis e ao mesmo tempo, a falta de moral e futilidade nos personagens que eu nunca consegui encontrar em outro livro. São adultos, no auge da jovialidade no período mais dourado do país.

Outro fator contribuinte, que me fez debruçar constantemente sobre o livro, foi o modo que fluiu o romance entre Daisy e Gatsby. É bem criativo o estilo deles, o que ele faz por ela, o modo em que as mansões deles estão de frente uma pra outra separadas pelo rio, como ele sempre tentava alcançá-la. É lindo e triste e Nick é um puta de um amigo.

O livro é um clássico (O clássico) por isso pode haver momentos em que a leitura se torne cansativa pela época, mas é muito breve e muito bem compensados pela escrita. Os personagens, as falas, os lugares, a riqueza e a indiscutível representação de Deus na história, TUDO vale a pena.

O final, me pegou de surpresa totalmente. Não era nada esperado. Mas ao mesmo tempo a cara dos personagens. Fiquei com raiva sim, mas as últimas palavras, a sensação ao lê-las, me fez esquecer por   uns minutos a tragédia. O autor pegava aqueles momentos que achamos impossíveis expressar por palavras e ele faz isso que da um gosto fabuloso de ler!

O Grande Gatsby teve muitas adaptações pro cinema, inclusive uma de 2012 com o DiCaprio que eu recomendo fortemente, foi fiel ao livro, com uma trilha sonora maravilhosa, mas para quem estiver interessado, é melhor ler o livro antes porque é um romance, não tem tanto conteúdo ao ponto de ter novidades mesmo já assistido o filme.


quarta-feira, 30 de julho de 2014

Inconstante Temperatura


( Um texto escrito de The Vampire Diaries, em homenagem a Damon e Elena. Cena dos dois juntos, terceira temporada)
- Elizabeth.


Quando tocou na mão dela e sentiu seu toque gelado, achou estranho. Não sabia se era porque haviam acabado de se deitarem na cama e os lençóis estavam frios por conta da janela aberta, ou por ela estar tensa ao seu lado, mas Damon sabia que sempre que pensava em Elena, imaginava que sua mão fosse tão quente quanto seu beijo. Era idiota pensar que ela fosse quente apenas por ter uma cor bronzeada, uma pele que lhe lembrava os dias quentes de verão na Itália que corria nos campos junto com Stefan.
Apertou mais um pouco a mão dela apenas aguardando alguma reação. Podia sentir Elena com seu costume de dificultar sua própria respiração, travando na hora de soltar o ar. Escutava o coração dela, o sangue percorrendo suas veias e seus músculos de uma forma calma e suave: era seu mantra.
Ela apenas brincou míseros instantes com seus dedos e depois levantou com pressa da cama vestindo seu casaquinho e olhando a varanda a sua frente. Por um momento ela relaxou inconscientemente por se afastar do demônio.
– Elena, o que foi?
– Damon, eu... - ela estava de costas com as mãos em seus próprios ombros. A respiração tensa e dificultada. Ele não queria nem saber de como estaria a mente dela.
– Por que não? - a pergunta saiu involuntária. Inconstante. Não queria despertar a pena dela, perguntou por perguntar. Damon fazia o máximo possível para não lembrar do porque estar ao lado dela fazia se sentir tão vivo e na mesma proporção, tão doloroso.
Tornara-se vampiro por um comportamento impulsivo de se auto destruir, e uma humana como Elena, simples e doce, fazê-lo querer viver, era repulsivo para seu ego, para se carregar.
Aguardou sua resposta. Pensou no que ela lhe diria em uma fração de segundo. Detestava esses instantes derradeiros que parecia que estava prestes a se partir. Que lhe sufocava até os pensamentos apenas de imaginar o que ela estava pensando. Elena poderia lhe trazer tudo que mais precisava, mas amá-la era maçante. Era fazer com que seu próprio corpo se calejasse de tanto estrago, de tanto medo, de tantos riscos a correr.
Apenas pule, Elena.
E ela virou-se e correu para seus braços e o beijou. Damon poderia ter a idade que fosse, poderia ser um animal de tão rápido, mas nunca foi pego de surpresa como desta maneira. Se beijaram como se fosse o fim, a última respiração, o último olhar ao mundo.
Damon se apaixonara pelos cabelos de Elena. Por suas mensagens de SMS pedindo socorro, pelos planinhos que faziam para alguma aventura; pelos jantares e por irritar Stefan. Os olhares de irritação, lições de moral, o movimento de mexer os lábios tão diferente dos de Katherine. Ela exigia mais vida, mais amor, mais de si mesmo. Elena Gilbert conseguia fazer o caminho mais contrário da sua vida parecer o certo.
Poderia não ser juntos. Mas Damon e Elena estava perfeito. Tudo que poderia indiscutivelmente purificá-lo.
Jeremy interrompera a alucinação de ambos que durara tão pouco tempo. Elena se afastou rapidamente. E ele não quis deixar sair pra fora o amor que morava dentro dele: deixou ela ir.
E ali sobrara apenas o vento frio sem Elena.
Mas Damon trocaria sua eternidade pelo simples toque da boca dela.
Uma temperatura inconstante pelo silêncio monstruoso que o mundo lhe caíra.